Windows 11 Deixa o Menu Iniciar Personalizável: a Área de Trabalho Toda Está Nessa Onda
Uma novidade específica do Windows 11 andou circulando em sites de tecnologia nas últimas semanas: a build 26300.8553, liberada para o canal Experimental do Programa Windows Insider (o canal que antes se chamava Dev), traz o Menu Iniciar mais configurável que o Windows 11 já teve desde o lançamento. Pela primeira vez, dá para ligar ou desligar seções inteiras do menu de forma independente e escolher entre três tamanhos diferentes, algo que usuários do Windows pediam havia anos e que, até agora, só existia de forma completa em ferramentas de terceiros.
A notícia em si é pontual, é um recurso de teste, dentro de um canal de teste, sem data confirmada de chegada ao público geral. Mas o lugar onde a Microsoft decidiu colocar esse controle diz algo maior sobre para onde a personalização do Windows está indo, e por que o papel de parede continua sendo a peça mais importante dessa equação inteira.
O que a build 26300.8553 muda de verdade
Em Configurações > Personalização > Iniciar, a build nova acrescenta controles separados para mostrar ou esconder as seções Fixados, Recente e Todos os aplicativos, cada uma podendo ser ligada ou desligada de forma independente das outras. A seção que antes se chamava Recomendados também ganhou um nome novo, Recente, um ajuste pequeno mas que reflete melhor o que aquela lista sempre mostrou: arquivos e programas usados há pouco tempo, não sugestões automáticas.
A segunda mudança é o tamanho do próprio menu. Em vez de um único formato fixo, a build oferece três opções: Automático, que se ajusta conforme o tamanho da tela; Pequeno, que condensa o painel numa única coluna de itens fixados, pensado para telas menores ou monitores secundários; e Grande, que expande para várias colunas de itens fixados com espaço extra para a lista de recentes. Existe ainda uma opção de privacidade nova, para esconder o nome e a foto de perfil do usuário que normalmente aparecem no canto do menu.
Nenhuma dessas mudanças está confirmada para a versão estável do Windows 11 ainda. Elas vivem hoje dentro do canal Experimental do Insider, e a Microsoft não fez um anúncio formal com data de lançamento, o tipo de ressalva que vale sempre repetir quando o assunto é recurso visto em build de teste.
Por que isso foi parar dentro de Personalização, e não em outro lugar
O detalhe que chama atenção não é só o que o recurso faz, é onde ele mora dentro do Windows. Configurações > Personalização já é a seção que reúne papel de parede, cores do sistema, temas e tela de bloqueio, o conjunto de coisas que definem a cara da área de trabalho sem mexer em como o sistema funciona por baixo. Colocar o tamanho e as seções do Menu Iniciar dentro dessa mesma seção, em vez de deixá-los espalhados em outro menu qualquer, é a Microsoft reconhecendo que o Menu Iniciar também é, no fundo, um elemento de personalização visual, não só de navegação.
Isso confirma uma tendência que já vinha aparecendo em outras partes do sistema. O Windows 11 também testou, em builds anteriores, papel de parede animado em vídeo direto na área de trabalho, um recurso que remete ao antigo DreamScene do Windows Vista e que já foi coberto em detalhe no texto sobre o teste de papel de parede animado nativo do Windows 11. Juntos, os dois testes desenham o mesmo raciocínio: quanto mais a Microsoft investe engenharia interna em deixar o desktop mais vivo e mais ajustável, mais isso confirma que a vontade de personalizar a área de trabalho deixou de ser um gosto de nicho.
O Menu Iniciar aparece por segundos. O papel de parede fica o dia inteiro
Vale colocar as duas coisas em perspectiva de tempo de tela. O Menu Iniciar, por mais personalizável que fique, é um elemento que abre, mostra seu conteúdo por alguns segundos enquanto você procura um aplicativo ou arquivo, e fecha de novo assim que você clica em algo. Mesmo para quem usa o menu dezenas de vezes por dia, o tempo total em que ele fica visível na tela é uma fração pequena da jornada de trabalho inteira.
O papel de parede é o oposto disso. Ele fica atrás de todas as janelas, o tempo inteiro, sempre que a área de trabalho aparece entre uma tarefa e outra, sempre que uma janela é minimizada, sempre que o computador liga. É, de longe, o elemento visual com mais tempo de exposição real em qualquer sessão de uso do Windows, mais do que o próprio Menu Iniciar, mais do que a barra de tarefas, mais do que qualquer tema de cores. Por isso um Menu Iniciar mais configurável é uma boa notícia, mas não muda o fato de que o papel de parede continua sendo a peça que mais define como o desktop parece no dia a dia.
É exatamente esse espaço que aplicativos como o Gloomia ocupam. Em vez de uma imagem estática parada atrás dos ícones, o Gloomia roda cenas animadas geradas em tempo real, direto no Windows, no macOS ou no Linux, com um catálogo que vai de cenas calmas como campos de estrelas até visualizações reativas ao áudio do sistema. O guia completo sobre como instalar e configurar isso especificamente no Windows 11, incluindo múltiplos monitores e impacto no desempenho, está detalhado no texto sobre papel de parede animado no Windows 11.
O tamanho Pequeno do Menu Iniciar e os setups com mais de um monitor
Um detalhe da build nova que merece atenção separada é o preset de tamanho Pequeno, pensado justamente para telas menores e monitores secundários, onde um Menu Iniciar no formato padrão acaba ocupando espaço demais em proporção à tela. É um ajuste pequeno, mas que mostra a Microsoft prestando atenção em como setups com mais de um monitor se comportam de forma diferente de um notebook com uma tela só.
Quem já organiza a área de trabalho pensando em mais de um monitor, com um wallpaper diferente em cada tela ou uma cena que se estende pelos dois, provavelmente já passou por esse mesmo tipo de ajuste fino, só que aplicado ao papel de parede em vez do Menu Iniciar. Esse cenário específico, incluindo como o Gloomia lida com múltiplos monitores, foi coberto com mais detalhe no texto sobre papel de parede animado com dois monitores.
Vale se animar com um recurso que ainda está em teste?
Com moderação. A história recente do Windows 11 tem alguns exemplos de recursos vistos em canais de teste que nunca chegaram à versão estável, ou que chegaram bem diferentes do que apareceu inicialmente. A própria tentativa de papel de parede animado nativo, mencionada acima, segue esse mesmo roteiro: apareceu escondida atrás de uma flag experimental, sem confirmação oficial e sem previsão de lançamento. O Menu Iniciar modular da build 26300.8553 está no mesmo estágio, dentro do canal Experimental, sem garantia de chegar a todo mundo no formato atual.
Isso não tira o valor da notícia, só ajusta a expectativa certa: é um sinal real de direção, não um recurso pronto para usar hoje fora do programa Insider. Enquanto isso, quem quer configurar a área de trabalho de um jeito que já funciona, de forma estável, sem depender de build experimental nenhuma, continua tendo o papel de parede como o ajuste mais rápido e com mais impacto visual. Para quem quer entender as diferenças entre um app dedicado como o Gloomia e a alternativa mais conhecida do mercado, existe uma comparação direta em Gloomia vs Wallpaper Engine.
E o impacto no desempenho, com tanta coisa rodando ao mesmo tempo?
Uma pergunta que aparece sempre que o assunto é deixar mais elementos animados ou configuráveis na tela é o custo em bateria e em GPU. É uma preocupação válida, especialmente em notebooks, e vale saber que o Gloomia já foi construído pensando nisso: o aplicativo pausa sozinho quando o computador entra em modo de bateria e quando um jogo abre em tela cheia, sem precisar de ajuste manual. O levantamento completo sobre esse impacto, incluindo números reais de consumo por tipo de cena, está no texto sobre o impacto de wallpapers animados na bateria e na GPU. Um Menu Iniciar mais configurável, por sinal, não muda nada nesse cálculo: ele só reorganiza elementos estáticos de interface, não adiciona processamento contínuo como uma cena animada de fundo.
O que fica dessa novidade
A build 26300.8553 é, no fim das contas, uma confirmação a mais de algo que já vinha ficando óbvio: a Microsoft está tratando a personalização do Windows 11 como prioridade de engenharia, não como detalhe cosmético. Seções que podem ser ligadas e desligadas, tamanhos de menu ajustáveis, um teste de papel de parede animado nativo, tudo isso aponta para o mesmo lugar. E enquanto esses recursos ainda amadurecem dentro de canais de teste, sem data confirmada de chegada ao público geral, o elemento que mais define a cara do desktop no dia a dia, o papel de parede, já tem uma solução estável e pronta para usar hoje: o Gloomia, com três cenas gratuitas para sempre e um catálogo maior liberado pelo Gloomia Pro, rodando no Windows, no macOS e no Linux sem depender de nenhuma flag experimental.
Perguntas frequentes
O que mudou no Menu Iniciar do Windows 11 na build 26300.8553?
A build 26300.8553, liberada para o canal Experimental do Programa Windows Insider, deixa o usuário mostrar ou esconder de forma independente as seções Fixados, Recente e Todos os aplicativos, além de escolher o tamanho do Menu Iniciar entre Automático, Pequeno e Grande em Configurações > Personalização > Iniciar. A seção que antes se chamava Recomendados também foi renomeada para Recente, e existe uma opção nova para esconder o nome e a foto de perfil do usuário.
Essa personalização do Menu Iniciar já está disponível para todo mundo?
Não. O recurso só existe hoje no canal Experimental do Windows Insider, que era chamado de canal Dev antes da Microsoft renomear. Não há confirmação oficial de quando (ou se) ele chega à versão estável do Windows 11 para todo mundo, então vale tratar como um teste, não como um recurso garantido.
Por que a Microsoft colocou esse controle dentro de Personalização, junto com o papel de parede?
Configurações > Personalização já reúne papel de parede, cores, temas e tela de bloqueio no Windows 11, então colocar o tamanho e as seções do Menu Iniciar no mesmo lugar segue a lógica existente do sistema: tudo que muda a cara da área de trabalho fica agrupado numa única seção do Windows, em vez de espalhado por vários menus diferentes.
Um Menu Iniciar personalizável substitui a necessidade de um papel de parede animado?
Não, são coisas complementares. O Menu Iniciar só ocupa a tela enquanto está aberto, geralmente por poucos segundos a cada vez que é usado. O papel de parede fica visível o tempo inteiro, atrás de todas as janelas, sempre que a área de trabalho aparece. Um wallpaper animado do Gloomia continua sendo a parte da tela com mais tempo de exposição no dia a dia, independente de como o Menu Iniciar está configurado.
O tamanho Pequeno do novo Menu Iniciar ajuda em setups com mais de um monitor?
Pelas descrições que já circulam sobre a build, sim: o preset Pequeno condensa o painel numa única coluna de itens fixados, pensado justamente para telas menores ou monitores secundários, onde um Menu Iniciar no tamanho padrão ocupa espaço demais. É um ajuste que combina bem com quem já organiza wallpapers diferentes por monitor, um cenário coberto em detalhe no guia sobre papel de parede animado com dois monitores.
O Gloomia funciona bem com esse novo Menu Iniciar em teste?
Sim. O Gloomia roda como papel de parede da área de trabalho, atrás do Menu Iniciar e de qualquer outra janela, então uma mudança no tamanho ou nas seções do menu não interfere na cena animada. O Gloomia já está disponível hoje, de forma estável, no Windows, no macOS e no Linux, sem depender de nenhum canal de teste do Insider.
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