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Control Resonant Chega em 24 de Setembro de 2026: Preço, Plataformas e o Que Muda com Dylan Faden

A Remedy Entertainment lança hoje, 24 de setembro de 2026, a sequência mais aguardada do seu catálogo desde o Control original de 2019. Control Resonant chega digitalmente ao PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, trocando o combate à distância de Jesse Faden por uma abordagem inédita para o estúdio: a primeira aventura em hack and slash da Remedy, protagonizada por Dylan Faden, irmão da protagonista do primeiro jogo. É um lançamento que chega numa sequência de estreias grandes que já tomou boa parte de setembro no Brasil, e para quem pretende maratonar a campanha no fim de semana, também vale pensar em como fica o visual do desktop entre uma sessão e outra.

Quando o jogo libera e em quais plataformas

O lançamento digital mundial de Control Resonant é hoje, 24 de setembro de 2026, com liberação no Brasil a partir das 11h no horário de Brasília. Quem comprou a edição Digital Deluxe no PlayStation 5 já vinha jogando desde 22 de setembro, graças a um acesso antecipado de 48 horas embutido nessa versão. A versão em mídia física, para quem prefere disco, só chega às lojas em outubro de 2026, então quem quer jogar logo de cara depende necessariamente da versão digital.

Em termos de plataformas, o jogo estreia no PlayStation 5, no Xbox Series X|S e no PC, com a versão de computador disponível tanto na Steam quanto na Epic Games Store, além de rodar via streaming no GeForce Now para quem não tem uma máquina à altura dos requisitos mais pesados. A Remedy também confirmou uma versão para Mac, via Steam e App Store, mas essa chegada foi deixada para mais tarde ainda em 2026, sem data fechada até o momento. Não há, por enquanto, confirmação de versões para PlayStation 4 ou Xbox One, o que sugere um foco exclusivo em hardware de geração atual.

Quanto custa Control Resonant no Brasil

Os preços variam de plataforma para plataforma, algo comum em lançamentos multiplataforma recentes. No PlayStation 5, a edição padrão sai por R$ 230,90, enquanto no Xbox Series X|S o valor é ligeiramente menor, R$ 219,95. No PC, via Steam, o preço sobe para R$ 299,99, um padrão que se repete em boa parte dos lançamentos AAA do ano. Para quem quer entrar mais cedo e ainda ganhar itens extras, a edição Digital Deluxe do PlayStation 5 custa R$ 261,90 e inclui o traje da Missão AWE, um pacote de recursos inicial para facilitar a progressão e, claro, o acesso antecipado de 48 horas que já mencionamos.

É uma faixa de preço parecida com a de outros lançamentos grandes do mês, como o de EA Sports FC 27, que também chegou às lojas brasileiras nesta semana com valores na casa dos R$ 300 na edição padrão de PC.

View Command Center
Command Center, do Gloomia, traz painéis holográficos que lembram a estética de sala de controle do Bureau Federal de Controle, o cenário que dá nome à franquia Control.

O que muda com Dylan Faden e o formato hack and slash

A principal virada de Control Resonant em relação ao jogo original está na dupla mudança de protagonista e de gênero. Em vez de Jesse Faden, a diretora do Bureau Federal de Controle que carregava o primeiro jogo com poderes telecinéticos e uma arma que se transformava conforme a situação, quem assume o controle agora é Dylan Faden, irmão de Jesse, capturado pelo Hiss ainda nos eventos do jogo de 2019. A Remedy descreve Resonant como sua primeira aventura em hack and slash, o que na prática significa um combate mais corpo a corpo, com maior ênfase em mobilidade, combos e no impacto físico de cada golpe, em vez do jogo de tiro com poderes que definiu o Control original.

É uma aposta arriscada para um estúdio conhecido justamente pela forma como mistura ficção científica, terror paranormal e mecânicas de tiro em terceira pessoa, mas que também mostra a maturidade de um time disposto a experimentar um gênero novo dentro de um universo já estabelecido. A ambientação segue fiel à proposta original: o mundo estranho e mutável do Bureau, agora visto por outro ângulo, o de alguém que passou anos do outro lado da história como vítima da corrupção do Hiss, e não como quem tenta contê-la.

Requisitos de PC e recursos gráficos

Para quem pretende jogar no computador, os requisitos mínimos pedem um processador quad-core de 2,5 GHz, 8 GB de RAM, uma placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 960 e 70 GB de espaço livre em disco. Já a configuração recomendada sobe consideravelmente: um Intel Core i5-8500 ou equivalente, 16 GB de RAM e 100 GB de espaço em um SSD, rodando Windows 10 ou 11 de 64 bits. No lançamento, o jogo já chega com suporte a DLSS 4.5 com Multi Frame Generation dinâmico, DLSS Super Resolution, DLSS Ray Reconstruction e técnicas de path tracing, o pacote gráfico mais recente da Nvidia para quem tem uma placa compatível e quer extrair o máximo de fidelidade visual das cenas mais carregadas de efeitos do jogo.

Vale um parêntese para quem pensa em jogar no Steam Deck: a Remedy chegou a confirmar suporte ao portátil da Valve já no lançamento, mas relatos de quem testou o jogo indicam que ele exige mais do que o hardware do Deck entrega com folga, então a experiência tende a melhorar bastante em uma Steam Machine ou em um PC dedicado, com ajustes manuais de configuração sendo praticamente obrigatórios para manter uma taxa de quadros estável no portátil.

O que a crítica já disse sobre o jogo

Diferente do tom mais morno que cercou outros lançamentos recentes, a recepção de Control Resonant tem sido bastante positiva. A versão de PlayStation 5 estreou no Metacritic com 86 de Metascore, calculado a partir de 27 análises, sendo 26 positivas, uma neutra e nenhuma negativa. No OpenCritic, a média chegou a 84. A Omelete deu nota máxima, 5 de 5, em sua análise, destacando a direção de arte, a construção do Manhattan paranormal do jogo e a trilha sonora como os pontos mais fortes da experiência. O combate, por outro lado, aparece como o principal ponto de divergência entre as análises: é elogiado pelo impacto e pela mobilidade, mas também é onde a crítica mais se divide sobre se o novo formato hack and slash realmente encaixa no universo criado pela Remedy.

De modo geral, o consenso que emerge das primeiras notas é o de um estúdio que ganhou confiança para experimentar sem perder a identidade visual e sonora que já era a marca registrada da franquia, um contraste interessante com lançamentos mais conservadores do mesmo mês, como o de Dune: Awakening nos consoles, que chegou dias antes com uma proposta mais tradicional de sobrevivência multiplayer.

View Wormhole
Wormhole, do Gloomia, gira em loop contínuo como um túnel de luz, um clima que lembra as passagens instáveis entre realidades que aparecem na história de Control.

Preparando o desktop para a maratona de lançamento

Sessões longas de um jogo denso como Control Resonant costumam significar horas alternando entre a campanha em tela cheia, guias e mapas abertos no navegador, e o desktop propriamente dito nos intervalos. É justamente nesse tipo de rotina que um papel de parede animado tende a fazer diferença, dando uma sensação de movimento contínuo ao desktop sem exigir atenção nem atrapalhar quem só quer voltar logo para a próxima missão. O Gloomia foi pensado para esse uso: ele pausa automaticamente sempre que qualquer aplicativo, incluindo o próprio jogo, ocupa a tela inteira, e reduz sua atividade quando o notebook está rodando na bateria, então não compete por desempenho durante as partidas em si, algo especialmente relevante para um título que já pede bastante da GPU sozinho.

Quem gosta da estética mais tecnológica e um pouco sombria que combina com o clima paranormal do Bureau Federal de Controle pode conferir o guia do trio hacker do Gloomia, com Digital Rain, Terminal e Command Center, os wallpapers que mais se aproximam do visual de sala de operações que aparece no jogo. Já quem está montando ou revisando um setup gamer específico para esse tipo de maratona pode olhar o guia de wallpapers animados para setups gamer, com sugestões de cenas mais adequadas a quem passa horas seguidas na frente do PC.

Para quem se preocupa com o impacto real de deixar um papel de parede animado ligado durante sessões longas de um jogo pesado como este, vale a pena ler também o guia sobre bateria e GPU do Gloomia, que detalha justamente esse comportamento de pausa automática e mostra quais cenas pesam menos na placa de vídeo. E para quem ainda está decidindo entre o Gloomia e outras opções do mercado antes de instalar algo novo no meio de uma semana cheia de lançamentos, a comparação honesta com o Wallpaper Engine cobre as principais diferenças de preço, catálogo e suporte a sistemas operacionais.

O Gloomia roda em Windows, macOS e Linux, com o mesmo catálogo de papéis de parede nos três sistemas. A versão gratuita inclui três cenas para sempre, Starfield, Planet System e Hue Drift, sem marca d'água. A licença Pro custa US$ 2,99 por ano ou US$ 9,99 numa compra única vitalícia, valor promocional que deve subir para US$ 14,99 mais adiante, sem exigir criação de conta: a chave de licença chega por e-mail e pode ser ativada em até três dispositivos.

Um setembro carregado de lançamentos

Control Resonant entra numa sequência de estreias que já deixou setembro de 2026 bastante concorrido para quem gosta de jogos grandes, ao lado de EA Sports FC 27 e de Dune: Awakening nos consoles, lançados na mesma semana. É um mês generoso para quem acompanha o calendário gamer de perto, mas também um bom lembrete de que vale a pena escolher com calma qual título vai realmente dominar o fim de semana, já que dificilmente dá tempo de mergulhar fundo em mais de um ao mesmo tempo.

No fim das contas, seja pela curiosidade em ver como a Remedy lida com um gênero novo, seja pela vontade de voltar ao mundo estranho do Bureau Federal de Controle, o que decide se vale a pena começar Control Resonant hoje é o quanto a proposta de Dylan Faden convence cada jogador. E para quem vai mesmo maratonar a campanha nos próximos dias, pelo menos o desktop pode continuar com vida própria enquanto isso.

Perguntas frequentes

Quando Control Resonant é lançado e a que horas no Brasil?

O lançamento digital mundial é em 24 de setembro de 2026, com liberação no Brasil a partir das 11h no horário de Brasília. Quem comprou a Digital Deluxe no PlayStation 5 teve acesso antecipado de 48 horas, podendo começar a jogar já em 22 de setembro. A versão em disco físico só chega às lojas em outubro de 2026.

Quanto custa Control Resonant no Brasil?

A edição padrão custa R$ 230,90 no PlayStation 5, R$ 219,95 no Xbox Series X|S e R$ 299,99 no PC via Steam. A edição Digital Deluxe do PS5 sai por R$ 261,90 e inclui o traje da Missão AWE, um pacote de recursos inicial e o acesso antecipado de 48 horas.

Em quais plataformas Control Resonant está disponível?

O jogo chega ao PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC via Steam e Epic Games Store, e também ao GeForce Now. Uma versão para Mac, via Steam e App Store, foi confirmada para chegar mais tarde ainda em 2026.

Quem é Dylan Faden e como ele muda a jogabilidade de Control Resonant?

Dylan Faden é o irmão de Jesse Faden, protagonista do Control original de 2019, e assume o papel principal em Resonant. A mudança de personagem vem junto com uma mudança de gênero: em vez do combate à distância baseado em poderes e armas do primeiro jogo, Resonant é a primeira aventura em hack and slash da Remedy, com foco maior em combate corpo a corpo e mobilidade.

Control Resonant roda bem no Steam Deck?

A Remedy confirmou suporte ao Steam Deck no lançamento, mas na prática o jogo exige mais do que o portátil da Valve entrega com folga, então quem joga nele deve esperar por ajustes de configuração para manter uma taxa de quadros estável. O desempenho é sensivelmente melhor em hardware mais robusto, como a Steam Machine ou um PC dedicado.

Dá para deixar um papel de parede animado do Gloomia rodando enquanto se joga Control Resonant?

Sim. O Gloomia pausa automaticamente sempre que outro aplicativo ocupa a tela inteira, incluindo o próprio jogo em modo tela cheia, e reduz sua atividade quando o notebook está na bateria, então não disputa desempenho com um título pesado como este. Ele fica ativo nos menus em janela, nos carregamentos e nos intervalos entre uma sessão e outra.

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